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A lei do Ouro. Por Sérgio Cunha

Em uma das minhas redes sociais tenho a satisfação de contar com um número elevado de amigos virtuais que curtem minhas postagens. Em toda essa relação procuro, sempre, manter o melhor relacionamento possível, mesmo sabendo da diversidade de humores de um meio onde existem: ódio, incompreensão, intolerância e vejo como o homem é mal por natureza como há tempos dizia o filósofo inglês Thomas Robbes.

“No Século XVIII , também conhecido como Século das Luzes nasceu iluminismo, que procurou mobilizar o poder da razão, a fim de reformar a sociedade, colocar em uma condição mais justa e as pessoas possam exercer com, plenitude, seu livre arbítrio. Mas, não exagerando em condutas ou posições de intolerâncias”.

O homem sim é capaz, até mesmo, em exposição de uma grande rede social colocar as mais chocantes indelicadezas a serviço do prazer sádico.

Achei no, mínimo, lamentável  os comentários grosseiros e cruéis postados na rede da Web aonde Mariza Letícia Lula da Silva, de 66 anos, esposa do Ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi internada no hospital Sírio Libanês, em  São Paulo, com um acidente vascular cerebral.  Aquela altura, seu estado era considerado frágil e a situação não conseguiu atingir o modelo de racionalidade de alguns que tem alcunha de humano.

Uma das normas mais importantes que surgiram na história da humanidade é chamada a Lei de Ouro. Esta norma surge em diferentes épocas, culturas e não apenas na tradição judaico -cristã, como muitas vezes é afirmado, também atingem em cheio os viventes atuais. O sofrimento que passam os familiares de uma vítima parece não incomodar as pessoas que permanecem com o coração imune a qualquer tipo de sensibilidade, sugerindo que: “Pimenta nos olhos dos outros é refresco”.

O fato da família lulista está no núcleo das conspirações da política brasileira não dar aval para misturarmos fatos e sentimentos pessoais que envolvem a dignidade humana, isto é indecente e censurável.

Que a humanidade não perca a capacidade de se indignar e que sejam muitos os que prossigam cultivando entre as gerações futuras o princípio sempre atual, a lei do ouro “Não faças aos outros o que não queres que façam a ti”.

Sérgio Cunha é radialista, escritor e comentarista político

Sérgio Cunha
Radialista, escritor, membro da APCDEC (Associação da Crônica Esportiva do Estado do Ceará) e publicitário.

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