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Chega a 41 número de mortes por chikungunya e dengue no Ceará

Em 2017, as arboviroses chikungunya e dengue já causaram 41 mortes no Ceará — 33 pessoas morreram em decorrência da chikungunya e outras oito foram em razão da dengue. Os dados são do boletim epidemiológico divulgado ontem pela Secretaria Estadual da Saúde (Sesa).

São 81.557 casos notificados de chikungunya. Desses, 38.959 (47%) foram confirmados. A tendência é de queda dos registros com o fim do período chuvoso no Ceará, em 2017. Porém, observa-se que a incidência da doença já supera o contabilizado no ano passado, quando também foi caracterizado um quadro epidêmico no Ceará. Em 2016, foram 49.516 casos suspeitos e 31.482 confirmados no Estado.

Concentrando pouco mais de 70% dos casos de chikungunya do Estado, Fortaleza é a Cidade onde há o maior número de óbitos. Neste ano, 25 pessoas morreram na Capital devido à doença. As outras oito vítimas eram residentes de Acopiara (1), Beberibe (1), Caucaia (3) Morada Nova (1), Pacajus (1) e Senador Pompeu (1).

Por volta de dois terços das confirmações de chikungunya neste ano foram em pessoas com idade entre 20 a 59 anos. A maior incidência (60%) é em mulheres.

Quanto à distribuição geográfica da doença, 133 dos 184 municípios do Estado tiveram casos confirmados neste ano. Em 90 deles, a Sesa classifica a incidência como alta por apresentarem número superior a 300 casos para cada grupo de 100 mil habitantes.

Em Fortaleza, o boletim divulgado na última semana mostrava que 20.864 moradores da Capital tiveram a doença. No informe publicado ontem, o total chegou a 27.490.

Dengue e zika

Em relação à dengue, o boletim da Sesa aponta que foram 53.698 casos notificados da doença este ano no Estado. Houve confirmação 12.213 vezes em 133 municípios. As oito mortes por dengue neste ano aconteceram nas cidades de Fortaleza (4), Itapajé (1), Maracanaú (1), Paracuru (1) e Tabuleiro do Norte (1).

pab

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