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Marcela Bastos: Crônica do “M” – Minha mala mágica: movemos montanhas!

Meu tio e escritor, Arruda Bastos, carinhosamente chamado e conhecido como “Ié”, elaborou uma linda e divertida crônica da letra “L” e, após atenta leitura, resolvi seguí-lo, agora com a crônica do “M”. Lógico, ciente de que não tenho um dom tão fantástico de escrita quanto ele, mas com muita vontade, saiu o que segue.

Meus pais, Rômulo e Noemi, tiveram 4 filhos com os nomes iniciados com a letra “M”: Márcio, Melissa, Marcela (eu) e Mateus. Segundo eles, o “M” foi emplacando despretenciosamente. Márcio, o primogênito, teve o seu nome em homenagem à Márcio Greyck, compositor e cantor de músicas românticas e populares nos anos 80. Sim, minha mãe era uma grande fã do romântico de olhos verdes, e, por coincidência ou obra do destino, Márcio, meu irmão, trouxe a mesma cor de seus olhos. “Márcio, moço maleável com memória mirabolante, metido no mundo da música, moderniza a mídia com manuscritos maravilhosos.” Com a letra “M” encontrei milhões de palavras para criar uma frase que, no meu modo de ver, define bem as personalidades e os dons de cada um dos meus irmãos.

Depois do Márcio, veio minha irmã Melissa, nome copiado das sandálias “Melissinha” que muito sucesso fez à época de seu nascimento. “Melissa, mulher mansa e meiga, mantém a mão na massa e multiplica as magias pelo mundo. Na Marquise, mostra-se mestre das melhorias”.

Em terceiro lugar, cheguei ao mundo! Seria Marcelo, caso fosse do sexo marculino. “Mas, melhor, modéstio modo, vim metade menina Marcela e meio MORANGO, com missão de modificar o mundo e melhorar a moral.”

Chegou Mateus, agora com a inicial “M” premeditada. Meus pais não podem negar, o bonito nome foi colhido propositalmente na bíblia. “Mateus, menino maroto, maduro e modesto, sem medo mudou a moradia, maximixando melhorias.”

Mas, e aí?! Era só isso o que tinha para falar sobre nomes e iniciais? Não! Na busca das palavras certas, movi sem perceber o olhar para as minhas mãos e, veja só, lá estava o grande motivo do “M” despretencioso (ou não) em todos os nossos nomes. Muitas pessoas possuem a letra “M” gravada nas mãos, alguns possuem os traços mais fortes e firmes que outros. Nós: Márcio, Melissa, eu e Mateus temos um “M” desses monumentais. Você tem?! Olhe bem para a sua mão, meu amigo. Lendo a respeito, vi que há a crença de que alguns traços representam a família e o amor que gira em torno dela. Talvez esse seja o nosso traço mais forte. Somos o “M” completo e, mais fortemente, todos os pontos que ligam a família que ele traz… Movemos montanhas uns pelos outros. Na mala mágica do “M” não há menos, nem mediocridade e nadinha de minorias. Com a família do “M” tem muitas maravilhas e forças que movem todas as montanhas do mundo.

* Marcela Bastos atua na área de segurança pública. É uma exímia curiosa, que adora ler as crônicas e textos do tio Arruda. Apaixonada pela família.

pab

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